OS MELHO­RES RES­TAU­RAN­TES E BARES DO RN

a Mandaram-me CORA CAROLINA pedindo que publicasse, porque  escreveRAM tantas loas aos Chefs de Cuisine hoje, predominantemente homens, e se esqueceram da RAINHA – mãe de todas as cozinhas: A MULHER. E, decididamente, as rosas que nascem de cada palavra desta genial POETISA, diz  da justeza do cantar das receitas nascida nas COZINHAS a lenha, em cada rincão deste imenso Brasil, de deliciosos quitutes que permanecem para sempre, na memória pátria, de nossa gastronomia, raízes maiores de nossa cultura. Diz a missivista que ninguém se sinta ofendido culturalmente, se o nome que ela dá a este POEMA de palavras simples, de inspiração de gente igual seja:
A MULHER-CONZINHEIRA
“Sou mulher como outra qualquer.
Venho do século passado
e trago comigo todas as idades”….
-Sou mais doceira e cozinheira
do que escritora, sendo a culinária
a mais nobre de todas as Artes:
objetiva, concreta
jamais abstrata
a que está ligada a vida e a saúde humana”.
“…O Pão chega pela manhã em nossa casa.
Traz um resto de madrugada.
Cheiro do forno aquecido, de levedo e de lenha queimada.
Traz as mãos rudes do trabalhador e a Paz dos campos cheios.
Vem numa veste pobre de papel Por que não o receber
numa toalha de linho puro e com as mãos juntas
em prece e gratidão?”
….”Vive dentro de mim a mulher cozinheira. Pimenta e cebola.
Quitute bem feito. Panela de barro. Taipa de lenha.
Cozinha antiga toda pretinha. Bem cacheada de Picuma. Pedra pontuda. Cumbuco de coco.”
“Cora Corolina”

Mandaram-me CORA CAROLINA pedindo que publicasse, porque  escreveram tantas loas aos Chefs de Cuisine hoje, predominantemente homens, e se esqueceram da RAINHA – mãe de todas as cozinhas: A MULHER. E, decididamente, as rosas que nascem de cada palavra desta genial POETISA, diz  da justeza do cantar das receitas nascida nas COZINHAS a lenha, em cada rincão deste imenso Brasil, de deliciosos quitutes que permanecem para sempre, na memória pátria, de nossa gastronomia, raízes maiores de nossa cultura.

Diz a missivista que ninguém se sinta ofendido culturalmente, se o nome que ela dá a este POEMA de palavras simples, de inspiração de gente igual seja:

A MULHER-COZINHEIRA

Cora Coralina

“Sou mulher como outra qualquer.

Venho do século passado

e trago comigo todas as idades”….

-Sou mais doceira e cozinheira

do que escritora, sendo a culinária

a mais nobre de todas as Artes:

objetiva, concreta

jamais abstrata

a que está ligada a vida e a saúde humana”.

“…O Pão chega pela manhã em nossa casa.

Traz um resto de madrugada.

Cheiro do forno aquecido, de levedo e de lenha queimada.

Traz as mãos rudes do trabalhador e a Paz dos campos cheios.

Vem numa veste pobre de papel Por que não o receber

numa toalha de linho puro e com as mãos juntas

em prece e gratidão?”

….”Vive dentro de mim a mulher cozinheira. Pimenta e cebola.

Quitute bem feito. Panela de barro. Taipa de lenha.

Cozinha antiga toda pretinha. Bem cacheada de Picuma. Pedra pontuda. Cumbuco de coco.”

“Cora Corolina”

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